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9.7.08

Ironman - Martha Medeiros

marTHa. Meio de inglês assim, nome de rainha com língua entre os dentes. marTHa. Ainda mais depois daquela boiolice de glamourizar as praias do RS. Glamourizar é o cacete, filha. Fora que o RS não tem praia, tem um risco de areia.

Mas foi diferente disso. Disso que eu achei que ia ser. A Martha era, e é, mais bacana que as colunas dela. Mesmo que uma seja a outra e vice-versa.
Mais simpática, menos senso comum, e um tantinho mais interessante.

Sabatinada por trinta e poucas pessoas, ela falou tranqüila sobre começar a escrever, terminar de escrever, escrever para um, para todos, para ela mesma. Falou bem, achei legal. Falou coisa tão inteligentes que poderia ter escrito. Mas ainda bem que não escreveu, porque das colunas eu vou continuar passando longe.

8.7.08

Ironman - Paulão

Manja Cops?
Aquele reality show americano em que filmam os policiais em suas rondas à caça de mal-feitores?



O Paulão faz o mesmo, mas ao invés de rosquinhas, no programa dele aparecem caramelos.
Caramelo é gíria pra bala, malandro.
O cara é sinistro. Não tem pudor nenhum de sair disparando impropérios contra os malandros que "tem que se enterrados de cabeça pra baixo, que é pra não voltar mais".
Isso tudo em meio a muito jabá do seu livro que seria encaixado como auto-ajuda-das-ruas e do seu DVD, o primeiro de 70, segundo ele mesmo. O DVD merece até um novo parágrafo.

Novo parágrafo: o nome da obra é Bilu, a saga de um chinelo.
Sacou a maldade?
Segundo o Paulão, esse Bilu é tão sinistro que roubava roda de carros andando a 60km/h.
Te mete com o pinta.

Só que por baixo de tanta coisa engraçada e, por que não, bizarra, tem uma camada do Paulão que a gente só conhece quando fala com ele. Ou ouve ele falando.

O cara não tinha nada. Nada mesmo. Trabalhou de graça pra poder aprender. Se esforçou pra caralho procurando uma oportunidade. E hoje é líder de audiência (segundo ele mesmo, não tenho nenhuma prova quanto a isso).

De todos os repórteres policiais, é o único que pode apontar o dedo pra um marginal e dizer que ele não tem porquê roubar, ou matar.
Porque, enquanto os caras da Globo, de terno e gravata, tiveram situações confortáveis pra chegar onde estão, o Paulão subiu. E hoje usa um colete em todas reportagens, porque tem que lidar com os personagens e lugares que ele conheceu quando era menor.



Espero que os que estavam lá não tenham deixado isso passar. Porque no lugar do Paulão, muita gente teria parado de rir há muito tempo atrás.

7.7.08

Ironman

Tá, caras.

Nem todo mundo sabe o que foi o Ironman, porque nem todo mundo sabe o que é a Perestroika.

Então, por partes: a Perestroika é uma escola aqui de Porto Alegre. Começou reunindo gente que queria aprender sobre publicidade longe das faculdades. Ou seja, gente que queria aprender.
No site fica mais fácil entender, mas agora os 4 fundadores têm planos de dominação mundial, tal é a quantidade de cursos que eles lançam por semestre. E, apavorem-se padres da igreja capitalista, eles até que podem conseguir.

Lá a gente faz coisas assim ó:

(Na verdade só o Pinky fez esse)

O Ironman foi uma coisa, experiência, situação, passagem, sei lá. Um fim de semana inteiro conversando com pessoas interessantes que são expoentes em suas áreas. Os fodões mesmo. Até quando o assunto foi ufologia eles se preocuparam em trazer os melhores. (Sim, ufologia).

Foi cansativo, foi longo, foi meio maluco. Mas foi de uma precisão russa, e divertido como se o próprio Bóris fizesse um discurso mamado pra todo mundo.



Como foram muitas coisas, e muitos acontecimentos, a partir de amanhã a gente escreve aqui sobre cada personalidade que apareceu por lá.

Quem quiser conhecer mais sobre o que é feito na Perestroika, é legal acessar o blog também.